Conjunto Poliesportivo precisa de recuperação e manutenção

Problemas nas instalações ficaram evidentes durante a Facima 2017.

José Eduardo Quaresma
Foto: Rogério Bordignon

Choveu na noite inaugural da Feira Agro Comercial e Industrial de Matão (Facima 2017). Poças d’água surgiram no estacionamento do Conjunto Poliesportivo ‘Laert José Tarallo Mendes’ e, principalmente, no local onde a Praça de Alimentação estava instalada. Notou-se também que as dependências que integram o Poliesportivo carecem de reformas e manutenções.

O piso do Ginásio ‘Décimo Chiozzini’ precisa de reformas, assim como sua cobertura de uma vedação que impeça o cair da chuva por goteiras. A cobertura do Ginásio ‘Carlos Alberto Magalhães’ já suportou muito; está enferrujada, feia aos olhos. A pavimentação asfáltica do estacionamento, carcomida. Há outros locais deteriorados pela falta de manutenção.

Antonio Geraldo Giannini (Toninho), presidente do Sincomércio-Matão, em depoimento ao Jornal A Comarca publicado na edição do último dia 17, resumiu o seguinte: “O Conjunto Poliesportivo ‘Laert Mendes’ é uma área rara. Que município tem o que temos em Matão? Há um espaço nobre, no Centro, de fácil acesso aos matonenses e aos visitantes de outras cidades”.

E Toninho continuou: “Precisamos cuidar bem mais, aprimorar, dinamizar este importante local, onde muitas crianças e jovens fazem atividades esportivas”. E o presidente do Sincomércio está correto. Não é somente pensando na próxima Facima que as melhorias devem ser feitas. A providência de reformas é necessária, assim como a manutenção.

Sobre o assunto, A Comarca entrevistou o engenheiro civil José Eduardo Quaresma, presidente da Associação Matonense de Engenharia e Agronomia (Amea). Professor da disciplina de Estruturas e Concreto na Uniara desde 2007, Quaresma já teve experiência como docente na Anhanguera-Matão. Formado pela Associação das Escolas de Engenharia Civil e de Agrimensura de Araraquara (antiga Fiar, em 2000), é especialista em cálculos estruturais e mestre em Hidrogeologia pela USP-São Carlos, tendo o complemento do Mestrado no Instituto de Tecnologia dos Trópicos (ITT) em Colonia (Alemanha, 2005). Confira a entrevista completa na edição do Jornal A Comarca desta semana.


Fonte: Rogério Bordignon


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