Matão conta com grupo de tabagismo Respire Vida

Encontros acontecem toda semana, às quintas-feiras, na Unidade Básica de Saúde do Centro

Foto: A.I.P

A Secretaria de Saúde, em parceria com o Hospital ‘Carlos Fernando Malzoni’, promove encontros do grupo de tabagismo ‘Respire Vida – Eu quero parar de fumar’. Em 2017, cerca de 100 pacientes passaram pelo projeto, sendo que 62% pararam de fumar ou ainda estão em tratamento. O programa tem a supervisão da enfermeira Keyle Aoliabi de Oliveira, da Dra. Geisy Rodriguez Pineda, e das psicólogas Isabel Silva de Almeida e Roberta Camillo Vetuchi. Quando completam um ano de tratamento no projeto, os pacientes participam de uma confraternização com entrega de certificados apenas às pessoas que conseguiram parar de fumar. No ano passado, o encerramento aconteceu no dia 21 de dezembro na Unidade Básica de Saúde ‘Dr. Salvador de Toledo Galrão’, ao lado do ginásio ‘Armando Theodorico Gomes’, no Centro.

Segundo o INCA (Instituto Nacional de Câncer), o tabagismo é reconhecido pela Organização Mundial da Saúde como doença epidêmica que causa dependência física, psicológica e comportamental. Trata-se de um problema de saúde pública global que mata milhares de pessoas em todo mundo. Em Matão, são promovidas ações para o controle do tabagismo no município, um trabalho realizado graças à parceria entre poder público e iniciativa privada.

Os trabalhos no ‘Respire Vida – Eu quero parar de fumar’ funcionam da seguinte forma: no primeiro mês, os encontros são semanais; no segundo, passam a ser quinzenais; e a partir do terceiro, apenas uma vez por mês. O programa utiliza ainda recursos como o teste de Fagerström, que mede o grau de dependência à nicotina, o adesivo antitabagismo, medicamento controlado ou por conta própria que o paciente não utiliza nenhum remédio ou material, além da terapia em grupo ou individual.

Ele ainda alerta sobre as consequências não só aos usuários do cigarro mas também aos fumantes passivos, aqueles que inalam a fumaça de derivados do tabaco consumidos por indivíduos fumantes que convivem em ambientes fechados. Sob esse aspecto, os fumantes passivos têm um risco maior de desenvolver doenças relacionadas ao tabagismo.

Keyle Aoliabi informa que qualquer pessoa pode participar do grupo, basta querer parar de fumar e se esforçar para conseguir vencer o vício. “O projeto começou em janeiro de 2015 e está sempre aberto para novos pacientes e também aos que desistiram mas ainda querem acabar com esse vício no cigarro. Contamos com profissionais capacitados para auxiliar da melhor maneira todas as pessoas que participam do nosso grupo. Mesmo as pessoas que não conseguiram parar de fumar enquanto fizeram o tratamento conseguem ver melhora, pois consomem menos cigarro que antes”, afirma.

As reuniões acontecem todas as quintas-feiras, às 8h, no posto de saúde do Centro (UBS ‘Dr. Salvador de Toledo Galrão’). O telefone para contato é o 3383-4900.


Fonte: A.I.P


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