Secretário garante espaço a ambulantes durante o Carnaval

Ivan Serigato esclarece questões sobre a presença de vendedores na Praça Alfredo de Paiva Garcia


No programa ‘Jornal da Saudades’ da última quarta-feira (31), foi ao ar uma entrevista que o jornalista Daercio Neto fez via gravação com a vereadora Ana Mondini, pois ela não concede entrevista no horário em que atua no setor municipal de Saúde. A vereadora comentou que alguns vendedores ambulantes estão se sentindo prejudicados nesta edição do Carnaval 2018.

Citou Ana que a Prefeitura destinou a uma empresa a execução do evento e que esta empresa pretendia circundar a Praça ‘Alfredo de Paiva Garcia’, permitindo o ingresso de ambulantes intencionados na comercialização de produtos ao recinto desde que pagassem determinado valor à empresa.

Sem o pagamento, segundo a vereadora, os ambulantes teriam direito a desenvolver suas atividades em áreas próximas à praça, como, por exemplo, nas avenidas Padre Nelson Romão e Sinharinha Frota, respeitando a legalidade pertinente às vendas. Procurada pela reportagem de A Comarca, a assessoria de comunicação da Prefeitura colheu informações junto ao secretário Ivan Serigato Junior (Governo) a respeito das questões abaixo:

 

Procede a informação de que uma empresa ficará responsável pelo Carnaval 2018?

Não procede. O Carnaval é público e realizado pela Prefeitura de Matão, que contratou diretamente toda a grade de shows e eventos. Espaços públicos continuarão a ser explorados por ambulantes; então, não há veracidade na informação de que uma empresa vai organizar o Carnaval.

 

Será implantado um camarote na Praça ‘Alfredo de Paiva Garcia’?

Recebemos a solicitação de um espaço para implantação de um camarote. A Prefeitura fez o cálculo pela metragem de ocupação e expediu a taxa que deveria ser recolhida, porém, a empresa interessada apresentou um requerimento de desistência da implantação do camarote. Portanto, não haverá camarote na praça.

 

A Praça ‘Alfredo de Paiva Garcia’ será circundada por tapumes ou outro material?

O interesse seria fazer o fechamento da praça, até por orientação técnica de segurança pública por parte da Polícia Militar, Corpo de Bombeiros e também pela possibilidade de monitoramento, porém, durante o desenvolvimento do projeto técnico de segurança contra incêndio e algum tipo de eventualidade, a empresa responsável constatou que o fechamento dificultaria o escoamento de público no caso de algum incidente. E função disso e através de um relatório que a empresa nos apresentou, tomamos a decisão de seguir a orientação e não fazer o fechamento da praça, que ficará totalmente aberta.

 

Os ambulantes poderão vender seus produtos na praça? E sob quais condições?

Desde o início, o projeto de proteção contra incêndios já prevê o espaço dos ambulantes, então, em nenhum momento os ambulantes foram excluídos do uso do espaço no evento. As condições para a venda dos produtos estão dentro do código de postura do município, inclusive, o setor municipal de Tributos e Fiscalização informará sobre esses requisitos que precisam ser cumpridos para a venda de produtos no local.

 

Qual será o valor total pago pela Prefeitura aos artistas contratados e por toda estrutura do CarnaMatão?

Ainda não temos o custo total, haja vista que são muitos detalhes, desde a divulgação do evento até a estrutura do trio elétrico, bandas, banheiros químicos, segurança, brigada de incêndio, entre muitos outros. Então precisamos concluir todos esses processos para depois poder planilhar e ter um custo global do Carnaval. Pretendemos ter o menor custo possível. Em comparação com o último Carnaval realizado em Matão, em 2015, projetamos que o custo registrado naquela época não será ultrapassado, mesmo dois anos depois.

Nota: O espaço deste jornal está aberto às partes envolvidas nesta matéria para eventuais esclarecimentos.


Fonte: Rogério Bordignon


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