Bicampeã de SP, Acadêmicos do Tatuapé misturou samba e reggae

Escola desfilou com 3.200 integrantes, fantasias luxuosas, e uma economia de R$ 600 mil com a reciclagem das fantasias.


A Acadêmicos do Tatuapé sacudiu o Sambódromo paulistano ao som do samba e do reggae.

Uma mistura para celebrar os sons, as cores e os sabores do Maranhão, estado onde o reggae, ritmo jamaicano, faz grande sucesso. E a receita deu liga.

O samba contagiante foi considerado um dos melhores do carnaval paulistano e a bateria foi um dos destaques do desfile, fazendo paradas para que a voz do público fosse ouvida.

O enredo “Maranhão, os tambores vão cantar na terra da encantaria” foi desenvolvido por alguém que entende do assunto: o carnavalesco Wagner Santos é maranhense.

A escola levou para a avenida 3.200 integrantes, com fantasias luxuosas, alas coreografadas e alegorias gigantescas. A escola também economizou mais de R$ 600 mil com a reciclagem das fantasias.

O segundo carro alegórico, que representava um navio negreiro, impressionou pelo tamanho. No carro sobre as lendas maranhenses, a avenida foi tomada por caveiras e mortos-vivos.

Um momento emocionante foi a apresentação de 40 meninas do balé da favela de Paraisópolis. Elas cruzaram a avenida na ponta dos pés.

A escola também mostrou a rica culinária maranhense.

A Acadêmicos do Tatuapé fica na Zona Leste de São Paulo. Existe desde 1952, mas, na maior parte da sua história, não figurou na elite do samba paulistano.

Em 2017 foi campeã pela primeira vez e agora repetiu a dose. O pessoal do bairro do Tatuapé, pelo jeito, tomou gosto por encantar o Sambódromo e levantar o troféu de campeã.


Fonte: Globo


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