Dengue: trabalho intensificado para evitar epidemia

Piscinas sem manutenção proliferam milhares de larvas do mosquito transmissor da doença

Umas das equipes: No total, Departamento Municipal conta com 33 pessoas para atuar no município

O Departamento Municipal de Controle de Vetores, vinculado à Secretaria da Saúde, amplia sua atuação e pede maior colaboração das pessoas para evitar a proliferação de larvas do mosquito transmissor da dengue e afastar a possibilidade de outra epidemia da doença na cidade – como a ocorrida em 2016, com o registro de 2.166 casos. Abaixo deste registro estão os de 2010 (1.121) e 2013 (908).

Desde 1999, a quantidade de casos de dengue – além dos anos já citados – foi esta: 1999 (11); 2000 (9); 2001 (42); 2002 (20); 2003 (12); 2004 (zero); 2005 (4); 2006 (79); 2007 (247); 2008 (7); 2009 (16); 2011 (414), 2012 (327); 2014 (192); 2015 (722) e 2017 (3). De janeiro a março deste ano houve o registro de apenas um caso positivo da doença na cidade, sendo que quatro estavam em análise.

“Entre janeiro e março deste ano, não temos registro de caso de Chikungunya, Zyka e Febre Amarela”, cita Waldomiro Junho de Camargo Rosa, supervisor de Controle de Vetores desde setembro de 1998. Waldomiro externa a preocupação da Secretaria da Saúde com relação a uma possível nova epidemia de dengue em Matão, destacando a grande quantidade de larvas do mosquito transmissor da doença encontradas em piscinas. Ele foi entrevistado por A Comarca.

 

Confira a entrevista na edição do jornal A Comarca desta sexta-feira (13).




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